11 Jan 2020

Quem bate Trump — esquerda ou centro?

Janeiro é o mês mais frio do ano em Iowa, um estado no Meio-Oeste americano, já quase no Norte do país. A temperatura média é sempre abaixo do zero grau, e embora tempestades não sejam comuns o frio é tão intenso que dificulta caminhadas no lado de fora. É um estado pequeno, mal passa dos três milhões de habitantes, 90% da população branca, três quartos nasceram lá e lá morrerão, mais de metade são protestantes, um quarto de católicos, e uns 15% se declaram não religiosos. A terra, da qual um dia saiu o povo Sioux, é hoje americana no talo, ao menos no estereótipo do WASP — branca, anglo-saxã, protestante —, em meio a um país que se transforma e se diversifica. E é lá, em Iowa, que de quatro em quatro anos começa a corrida presidencial americana. Conforme os meses avançam, a disputa entre pré-candidatos se tornará grande e midiática. Mas não no início, não em Iowa. Ali, os candidatos à Casa Branca brigam como se estivessem em campanha para prefeito de cidade do interior.

A corrida apresenta favoritos claros: ninguém sai com mais força do que o ex-vice-presidente Joe Biden e o senador Bernie Sanders. Nenhum está com vantagem que pode ser considerada absoluta, outros podem surpreender, mas a esta altura é difícil que o escolhido não seja um dos dois.

Ainda assim, surpresas acontecem. A história tem várias.

Os partidos Republicano e Democrata dos Estados Unidos têm um jeito bastante peculiar de escolher seus candidatos à presidência. Um jeito único e, no fim das contas, de fato democrático. Os capos das duas legendas não conseguem determinar quem os representará, como ocorre no Brasil e em boa parte das repúblicas. Em 2008, o alto-comando democrata queria Hillary Clinton, mas a população preferiu Barack Obama. Em 2016, os republicanos gostariam de alguém que aumentasse seu espaço entre hispânicos, como os senadores Marco Rubio ou Ted Cruz, sonharam com o retorno de um Bush no irmão caçula de George W, Jeb, mas no fim desejavam mesmo era qualquer um menos Donald Trump. Não deu — a base se rebelou e, em Trump, quis apostar numa transformação profunda do Partido Republicano. O partido liberal-conservador de Ronald Reagan se tornou conservador-protecionista com atual presidente.

Ainda assim, apesar de a população de fato ter voz, a ordem pela qual as eleições primárias são organizadas também tem muita influência sobre o resultado. Não poucos críticos afirmam que Obama em 2008 é a exceção. Vitória em um ou dois dentre os primeiros estados — Iowa, depois New Hampshire —, tem imenso peso na corrida. Uma colocação abaixo do terceiro lugar em ambos praticamente elimina um candidato. Assim, no somatório, fazer campanha para uma população tão WASP nos dois, com características que os descolam das regiões mais populosas do país, dificulta a vida para quem não é branco. Foi a queixa aberta de Julián Castro, um texano formado em Stanford que serviu como ministro de Habitação durante o governo Obama. Seus prospectos em estados com maior número de latinos eram bons, mas não conseguiu levantar o ponteiro das pesquisas em Iowa e New Hampshire. Ele acredita que alguém com seu perfil jamais conseguiria se destacar lá, mas conseguiria se a decisão começasse noutros cantos.

Quem defende tem outro argumento, igualmente forte. O resultado em ambos é tão relevante, que os candidatos começam a aparecer vários meses antes. Fazem reuniões nas casas das pessoas, caminham pelas ruas panfletando, os comícios para públicos miúdos são comuns. Frequentam, todos, a Iowa State Fair — um encontro anual em que os fazendeiros mostram seu melhor boi ou maior porco, apresentam os laticínios, uma festa com muita palha, show de talentos, e eleição de rainha da feira, tudo artefato de um tempo nostálgico que remete ao século 19. Pois enquanto as crianças circulam com maçãs do amor, senadores, governadores, políticos de relevância nacional passam entre eles apertando as mãos, respondendo a perguntas. Visitam diners, os restaurantes locais, atravessam cidades pequeninas ciceroneados por vereadores. Cidades pequenas mesmo. A região metropolitana de Des Moines, a capital, mal passa de 600 mil habitantes. E é a mais populosa.

Ao obrigar os presidenciáveis a fazer política à moda antiga, segue o argumento, ao se verem recebidos em casa por gente comum, obrigados a convencer aquela gente toda, expostos a perguntas duras a toda hora, conversando e conversando, os políticos são expostos ao mundo real. Os eleitores a quem cabe a primeira avaliação, portanto, têm a oportunidade de contato real com eles. As campanhas em Iowa e New Hampshire duram meses por isso. É o privilégio dos moradores dos dois estados, fazer o primeiro filtro a partir do contato real, e não do que se lê na imprensa, do que se vê em propaganda.

Na noite de sexta-feira ontem, dia 10, o Des Moines Register publicou sua mais recente pesquisa eleitoral. Pela primeira vez, Bernie Sanders aparece em primeiro na corrida com 20% das preferências dos eleitores democratas. Em segundo, com 17%, a também senadora Elizabeth Warren, com o ex-prefeito de South Bend, Indiana, Pete Buttigieg a 16% e, por fim, Biden, 15%. Sanders cresceu 5 pontos percentuais desde novembro, Buttigieg perdeu 9 pontos. Warren e Biden permanecem estáveis.

O jornalista e estatístico Nate Silver, que há anos vem desenvolvendo um modelo complexo que inclui confiabilidade passada das pesquisas, capacidade de elas preverem conforme a data se aproxima, e assim produz uma média ponderada para cada candidato, acredita que Biden tem 35% de chances de vencer em Iowa e, Sanders, 30%. Vai ser muito disputado. Em New Hampshire, Sanders tem 33% de chances de vitória e, Biden, 26%.

Em cada estado, a regra pela qual funciona a escolha é distinta. Iowa faz cáucuses, reuniões nas quais grupos de vizinhos se encontram em locais pré-estabelecidos e debatem até cada grupo decidir qual o candidato favorito da maioria. A soma das escolhas de cada cáucus dá o resultado final. Em New Hampshire há uma eleição primária, com urnas abertas. Cada eleitor chega e é obrigado a escolher uma cédula do partido Democrata ou do Republicano, aí preenche e deposita. Não raramente, há eleitores de um partido que escolhem a cédula do adversário para votar naquele que considera o candidato mais fácil de bater. Iowa ocorre em 3 de fevereiro, New Hampshire no dia 11. Aí ocorre um intervalo e, no dia 22, é Nevada. Dia 29 vem a Carolina do Sul. Estes dois são estados cuja composição étnica começa a mudar a sério. Em Nevada, 30% da população é de origem latina. Na Carolina do Sul, 30% são negros.

O Partido Democrata é diferente do Republicano — ele representa menos uma ideia, e mais nacos vários da população. Os jovens tendem a ser democratas, os mais educados nos centros urbanos, sindicalistas em regiões industriais, assim como quem não é WASP. Eleitores negros e latinos, fiéis que são aos democratas, costumam ser mais conservadores em seus valores do que os brancos afluentes dos grandes centros, que votam no mesmo partido. Por isso mesmo, escolhem candidatos distintos. Nate Silver atribui a Bernie Sanders 33% de chances de vencer em Nevada, o primeiro estado do Oeste a se posicionais num sistema de cáucus. A Biden atribui os mesmos 33% de chances. Na Carolina do Sul é diferente — 54% de chances de vencer Biden, e Bernie tem 22% de chances. O vice de Obama tem uma longa relação com a política negra e tem, nestes eleitores, seguidores fiéis.

Esquerda versus direita

A distinção entre Joe Biden e Bernie Sanders não é pequena. É a diferença entre um político liberal progressista, formado pelos mesmos moldes de Bill Clinton e Barack Obama, que é Biden. E outro que vem da esquerda da socialdemocracia, que seria um presidente tão à esquerda como há mais de um século os EUA não têm. Para além das preferências individuais, dentre os eleitores democratas ocorre também um debate interno profundo. Qual é o perfil ideal para tirar do governo o nacionalismo populista de direita representado por Donald Trump? Um candidato de centro ou um de esquerda? Porque a prioridade é vencer Trump.

A eleição americana não é majoritária. Hillary Clinton teve, no total, três milhões de votos mais do que Trump, em 2016. É a maior diferença entre o derrotado e o eleito da história. A eleição, afinal, é indireta. A cada estado é alocado um número de delegados, distribuídos de acordo com o tamanho da população. De acordo com o resultado da eleição no estado, a seus delegados é atribuída a missão de ir ao colégio eleitoral e depositar seu voto para o ganhador local. Ao todo, são 538 delegados. Quem faz metade mais um, leva. Hillary venceu por margem muito alta em lugares como a Califórnia, mas ganhar apertado ou bater de lavada não faz diferença. A vitória representa os mesmos 55 delegados. Assim, perdendo por muito pouco aqui, ganhando por muito ali, ela teve maioria na votação popular, mas Trump conquistou mais delegados e, assim, foi eleito.

Foi uma surpresa. Trump não foi eleito pela coalizão republicana típica. Em geral, os 50 estados que compõem o país são divididos em três grupos. Solidamente democratas, solidamente republicanos, e os estados em balanço. Nestes últimos, há grupos demográficos com distinções suficientes para que o resultado penda para um lado ou para o outro. No caso do atual presidente, ele surpreendeu na área conhecida por Cinturão da Ferrugem.

Trata-se de uma região que atravessa vários estados — Pensilvânia, Virgínia Ocidental, Ohio, Indiana, um naco do Michigan, um pedaço de Illinois, outro tanto de Iowa e, por fim, um trecho do Wisconsin. É a região que mais concentra indústrias, pesadamente sindicalizada por um perfil de eleitores que sempre tendeu fortemente ao partido democrata. Pois, deles, Hillary só venceu em Illinois. Perante a promessa de trazer as fábricas que migraram para a China de volta, o operariado voltou as costas para seu partido de preferência habitual e votou em número por Trump. Na Pensilvânia, por exemplo, Hillary perdeu por menos de um ponto percentual. O mesmo ocorreu em Michigan e no Wisconsin. Nos três, enquanto o operariado branco votava pela primeira vez num republicano, um sem número de negros escolheu ficar em casa. Homens e mulheres que se empenharam pela eleição de Obama escolheram não se mexer pela de Hillary. Se tivessem votado, uma mulher estaria no comando do país.

Porque como o voto não é obrigatório, pouco adianta que o presidenciável de um partido tenha a preferência da maioria dos eleitores. Se não empolgar um grupo, pode ser que um número grande o suficiente de eleitores escolha não sair de casa, não se dar ao trabalho de enfrentar a fila e votar. E isto muda o resultado.

Há dois argumentos contra Bernie Sanders. O primeiro é que ele é de esquerda demais e, por isso, pode afastar eleitores independentes, aqueles que não têm preferência clara por um partido ou pelo outro. O segundo problema é o voto negro. Sanders não entusiasma. Biden tem de longe a preferência, e não só por ter sido o vice de Barack Obama. Sua relação com líderes do movimento negro data de décadas, seu compromisso com suas pautas, no Senado, é constantemente lembrado. Não é à toa que ele mantém larga margem de favoritismo na Carolina do Sul, o primeiro estado com primárias e uma população negra de grande porte. Com Bernie, sugerem os críticos, haveria o risco de o mesmo fenômeno que ocorreu com Hillary ocorrer. Eleitores ficam em casa, Trump leva alguns estados em balanço por menos de dez mil votos de diferença entre milhões.

Mas há também o argumento contra Biden. Trump é um populista que não pisca em intervir na economia para aliviar a vida de quem considera seu eleitor. Assim, os agricultores destes mesmos estados do Cinturão da Ferrugem viram tarifas para seus concorrentes no exterior aumentarem — o Brasil é um dos que mais sofreu. O mesmo ocorreu para o setor industrial. Boa parte da razão que disparou a Guerra Comercial contra a China está aí. Um candidato liberal como Biden teria dificuldades de prometer este tipo de medida. Para Bernie, lhe é natural. Justamente por ser de esquerda, seu discurso para os operários tem ressonância, no mínimo, no mesmo nível do de Trump.

Mas há o alerta britânico. No Reino Unido, o Partido Trabalhista, após uma longa fase liberal iniciada por Tony Blair, pôs no comando um homem de esquerda — Jeremy Corbin. O Brexit foi aprovado por um perfil de eleitor muito parecido com aquele que escolheu Trump abandonando o Partido Democrata. O operariado branco. Com Corbin, os trabalhistas acreditavam que teriam chance de reverter o processo. Mas o conservador Boris Johnson ganhou de lavada. Por quê? Porque apesar de as promessas de Corbin atraírem, este público já tinha um compromisso básico: fazer o Brexit. Se o mesmo ocorrer nos EUA, e é impossível avaliar quais as chances, não adiantará tentar vencer Trump reconstruindo um discurso populista, mas à esquerda.

É tudo teoria. E uma eleição que o mundo assistirá atento. A onda de candidatos da direita populista e nacionalista ainda move países. A descoberta de um perfil capaz de vencer Donald Trump pode servir de pista para quem gostaria de encontrar uma saída noutros cantos.

A pergunta chave é esta: quem tem mais chance de derrota-los? A esquerda ou o centro?

Quibi foi uma das startups que mais ocupou os holofotes durante a CES. Foi destaque de matéria no Verge e no Estadão. Apareceu no vetusto Financial Times, ganhou segmento em vídeo na BBC, e até mesmo uma nota cá neste Meio. Fundada por Jeffrey Katzenberg, que foi sócio de Steven Spielberg na Dreamworks SKG, e tendo à frente a executiva de tecnologia Meg Whitman, prometem revolucionar a forma como assistimos vídeos no celulares. Dizem que não vão competir com Netflix e Disney+, mas sim com o Instagram e o TikTok.

Sobre a Quibi, Bob Lefsetz — um dos velhos observadores do encontro entre música, mídia e tecnologia — disparou essa semana:

“Isso é o que acontece quando boomers se juntam com MBAs para tentar competir na esfera da tecnologia. ELES PERDEM! E especialmente é o que acontece com Hollywood quando tenta competir com o Vale. Ou cede, ou perde. Meg Whitman sabe como fazer os trens saírem na hora certa. Fez no Ebay e na HP. Mas vem cá, me diga uma inovação que surgiu na HP nos tempos dela. Não vai conseguir! Já sobre Jaffrey Katzenberg, não vamos nos esquecer que a Dreamworks SKG foi um fracasso. O objetivo era se tornar um dos grandes estúdios. A gravadora falhou por não ter catálogo, além de ter gastado muito, quando o mundo já estava mudando. Claro, Katzenberg criou um estúdio de animação e vendeu com lucro. Bom, ideia brilhante. Millenials são viciados em seus telefones, a atenção é cada vez mais curta, vamos criar séries que possam ser vistas em pequenos pedaços, já que eles têm POUCAS OPÇÕES. Bem, nunca ouviu falar de YouTube? Sem contar dos stories no Snapchat e Instagram, e todos são de graça. Isso é o curioso do Quibi. Custa o mesmo de um Disney+ ou da assinatura da Apple. A turma jovem da tecnologia sabe que tudo depende de um produto de sucesso. Algo a que as pessoas não resistam. Elas se tornam dependentes e, aí sim, se começa a cobrar. Mesmo neste caso, continua gratuito, com anúncios, para a maioria.”

Uma pausa para lembrar que Lefsetz publica há muitos anos uma influente newsletter, em texto puro, sem formatação, nem links. Como eram os emails de tempos passados. Polemista, famoso por exagerar no uso de maiúsculas, mas com um faro certeiro para tendências de longo prazo, continuou disparando:

“Como alguém aprova um investimento como esses? Como pode essa empresa ter captado agora US$ 400 milhões em cima do bilhão que já foi investido? Me lembra dos que investiram na Pono, do Neil Young. Porque era o Neil Young, iria ser um sucesso. COMO? É um pouco como quando escolheram John Sculley para presidir a Apple. Ele sabia fazer os trens saírem na hora na Pepsi, mas não entendia a essência da computação, como Whitman, que não conhece entretenimento. Sem contar que o entretenimento online não é passivo, é ativo. As estrelas vêm das ruas e a audiência interage com elax. Como podem apostar tão errado?”

Pono era um player de música que tocaria arquivos num formato com qualidade superior à do MP3. O público já estava feliz com seus iPods, e ninguém percebia a diferença no som. Afundou.

Para ler com calma: Um longo perfil de Lefsetz, publicado pela Wired uns anos atrás.

Para assinarThe Lefsetz Letter.

Não foi uma boa semana para startups. Primeiro a Lime, de patinetes elétricas, anunciou que está saindo do Brasil e de mais 12 outros mercados, incluindo uma série de cidades americanas. O objetivo é atingir a independência financeira ainda este ano. Ontem foi a Rappi, que está demitindo cerca de 150 funcionários no Brasil. A empresa passa por mudanças de gestão, também buscando se equilibrar. Ficaram para trás os tempos de dinheiro fácil. Precisam deixar de ser startups e se transformar em empresas. A corrida que já foi de 100 metros rasos, agora é uma maratona. E o mundo já está mudando de novo.

Enquanto isso… Apple e Microsoft juntas estão valendo mais do que todas as empresas da bolsa alemã.

1917 levou o melhor filme no Globo de Ouro deste ano e entrou no radar do Oscar. Mesmo com fortes candidatos, não surpreenderá tanto assim se for escolhido. Os principais prêmios têm uma tendência por premiar grandes produções desse gênero. Pelo menos nove filmes de guerra já ganharam Melhor Filme no Oscar e outros sete passam em tempos de guerra. Alguns dos motivos são que esses roteiros normalmente levam grandes nomes na direção, como o clássico O Resgate do Soldado Ryan, de Steven Spielberg, e uma fórmula que combina ação com temas universais que transcendem barreiras geográficas, arrecadando milhões ao redor do mundo. Isso explica a confiança do estúdio em investir US$ 100 milhões em 1917, mesmo não sendo uma franquia.

O problema é que a predileção dos júris por grandes produções de ação, combinado com os altos retornos de bilheteria, torna difícil quebrar um ciclo que vem sem arrastando ao longo dos anos: a falta de mulheres na frente e atrás da câmera. Com exceção de Kathryn Bigelow, única diretora premiada com Oscar pelo Guerra ao Terror, os estúdios raramente apostam grandes orçamentos em produções dirigidas por mulheres. Assim, diretoras acabam encontrando mais espaço em filmes independentes, mais centrados na complexidade dos personagens e temas mais sutis, o que não segue a preferência dos prêmios. Essa temporada tem refletido exatamente isso: Greta Gerwig ficou de fora do Globo de Ouro e do BAFTA com Adoráveis Mulheres. E mesmo o diretor Noah Baumbach não conseguiu uma nomeação no BAFTA com o drama História de Um Casamento.

Se 1917 receber uma nomeação no Oscar, se tornará o nono filme de guerra, nos últimos 14 anos, a disputar o prêmio. Segunda-feira a Academia anuncia as nomeações. É esperar para ver.

Os incêndios na Austrália. A moda em Londres. Esculturas de gelo na China. E mais outras imagens que marcaram a semana no mundo.

E um filme de 2016 para assistir na Netflix… Layla M. parte da vivência de uma jovem holandesa muçulmana para tratar de xenofobia e fundamentalismo religioso. Dica dos editores.

E FECHANDO ESTA INTENSA SEMANA, O QUE VOCÊS MAIS CLICARAM EM NOSSAS EDIÇÕES:

1. YouTubeVocê conhece o Irã? A primeira edição do nosso Ponto de Partida neste ano.

2. TED14 TED Talks para inspirar você a encontrar o seu melhor.

3. Metropoles: O imprecionante tweet do ministro da educação.

4. dwell: 7 ‘intervenções rurais’ construídas por estudantes de arquitetura em Norwich, Vermont. Estado pelo qual Bernie Sanders é senador.

5. UOL: LinkedIn divulga as 15 profissões em alta no Brasil em 2020.

Fonte: @Meio

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