Prática, concisa é a resenha diária de Bosco Martins.
Em poucos minutos você já sai de casa sabendo o que há de importante.

Novos hábitos para 2022

MS 11 DE JANEIRO DE 2022

Novos hábitos para cultivar e melhorar a sua qualidade de vida em 2022

Que tal começar o ano com novos hábitos? Não é preciso criar promessas mirabolantes e extremamente ousadas para ter sucesso em 2022. Identificar e abandonar velhos hábitos ruins que sabotam a nossa vida e adotar práticas mais saudáveis para o dia a dia nos ajudam a ter uma vida mais equilibrada e feliz.

Pensando nisso, confira a seleção de itens que separamos para estimular você a adotar novos hábitos e melhorar a sua qualidade de vida, seja com alimentação, organização dentro de casa ou trabalho, finanças e saúde mental.

1. Valorize seu tempo

Tempo é vida. Por isso, use-o em seu favor para desfrutar com tudo que lhe dá prazer e satisfação. Se os compromissos do trabalho, novos aprendizados e afazeres domésticos vêm se acumulando em sua rotina diária, está na hora de investir na gestão de tempo para evitar a sensação de sobrecarga. Para isso, existem algumas técnicas, como agendar tarefas diárias, cumprir uma obrigação por vez, fazer pausas recorrentes e reduzir distrações. Saber onde se encontra cada coisa e o que precisamos fazer também evita alto nível de estresse, confusão, sensação de fracasso, atrasos e, principalmente, perda de tempo.

2. Use seu dinheiro com o que importa e evite dívidas

Privilegiar os gastos necessários, como alimentação, moradia e vestuário, em detrimento aos supérfluos é uma boa maneira de melhorar a sua vida financeira em 2022. Além disso, evite contratar novas dívidas e crie reservas de emergência, seja poupando ou fazendo algum investimento financeiro. Vale ressaltar que deixar o dinheiro parado na conta é sinônimo de perda em um país com inflação de dois dígitos.

Lembre-se: uma boa saúde financeira depende de planejamento e bons hábitos de consumo.

3. Melhore a sua saúde física

Muitas vezes ficamos tão ocupados durante o dia que não pensamos em para suprir as necessidades do nosso corpo, como beber água suficiente ou comer alimentos saudáveis. Lute contra os efeitos de um estilo de vida sedentário, cultivando novos hábitos. Como frutas ou vegetais crus em todas as refeições, evite ficar sentado por longos períodos e leve sempre uma pequena bolsa com algum lanche saudável em todos os lugares que você for. Além disso, é imprescindível praticar exercícios físicos regularmente e dormir bem.

4. Melhore a sua saúde mental

Mais da metade dos brasileiros estão sofrendo com algum declínio na saúde emocional. Segundo uma pesquisa do Instituto Ipsos, o Brasil está entre os cinco países que tiveram a queda mais acentuada no bem-estar da população desde o início da pandemia. O acúmulo de trabalho no home office, o isolamento social e o desequilíbrio emocional provocado pela pandemia, que já fez centenas de milhares de vítimas no Brasil e milhões no mundo inteiro, desestabilizaram o equilíbrio emocional de muita gente e provocaram uma piora na saúde mental.

Para restabelecer a saúde mental, existem alguns hábitos simples:

  1. Supere a exaustão mental descansando, saindo da rotina e tendo uma atitude em relação às obrigações diárias.
  2. Se você tem poucos dias de folga, evite viagens longas e cansativas, fuja de congestionamentos e, principalmente, de aglomerações.
  3. Coloque o sono em dia, se dê o direito de não fazer nada, faça atividades gratificantes, passeie ao ar livre, leia um livro e não abuse das redes sociais.

5. Adote um novo hobby

Hobby é aquela atividade à qual nos dedicamos por puro prazer. Ocupa o nosso tempo livre, de forma a distrair nossos pensamentos das obrigações diárias. Relaxante e estimulante, o hobby também é visto como um desafio pessoal. Pode soar algo frívolo, mas a prática estimula novos desafios e experiências, permite que você explore novos talentos, melhora o humor, incentiva novas conexões sociais, entre muitos outros benefícios. Ao procurar pelo hobby ideal para seu perfil e estilo de vida, pondere, por exemplo:

  1. O que você gostava de fazer na infância?
  2. Quais habilidades gostaria de desenvolver?
  3. Existe alguma profissão à qual você teria se dedicado, se não tivesse empecilhos?

Não esqueça de avaliar quanto tempo dispõe para seus momentos de lazer e o quanto está disposto a investir na atividade. Se você ainda não encontrou um passatempo, existem algumas opções, como cozinhar, fazer aulas de teatro, cuidar de plantas e fotografar.

COTIDIANO DIGITAL

A Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês) pode prosseguir com uma ação antitruste contra a Meta, anteriormente conhecida como Facebook, depois de arquivar o processo no ano passado. A ação alega que a Meta detém um monopólio ilegal nos serviços de redes sociais e o manteve ao adquirir os concorrentes Instagram e WhatsApp. O juiz do distrito de Columbia, James Boasberg, disse em um parecer divulgado ontem que “esta queixa fornece alegações específicas de reforço que apontam para a mesma conclusão: o Facebook manteve uma participação de mercado dominante durante o período relevante”, diz o parecer. O processo contra a Meta é um dos vários esforços do governo dos EUA para reduzir o poder de monopólio de grandes empresas de tecnologia. (The Verge)

O WhatsApp é o aplicativo mais usado pelos brasileiros, segundo um levantamento feito em dezembro pelo site Mobile Time e a empresa Opinion Box. O aplicativo de mensagens lidera com 54% entre os 2.036 entrevistados que têm smartphones. O Instagram aparece em segundo lugar, com 15%, e pelo Facebook, com 7%. Na quarta colocação aparece o YouTube, com 2%, outros aplicativos somam 22%. (Mobile Time)

Falando em WhatsApp, a Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) determinou que o Facebook pague R$ 44 mil em danos materiais a uma idosa e sua filha após ambas serem vítimas de um golpe envolvendo o aplicativo. Segundo a decisão, a empresa deve ser responsabilizada por criminosos que invadem a agenda de contatos de usuários, o que configura falha na prestação de serviços. (iG)

 

Fonte:Blog do bosco e canal meio

 

BRASILEIROS PERDIDOS PARA A COVID CHEGAM A UM QUARTO DE MILHÃO

Já estava previsto, mas não é menos aterrorizante. O Brasil atingiu nesta quarta-feira a marca de 250 mil mortos pela Covid-19, mantendo-se atrás apenas dos EUA em número de vítimas fatais, embora seja o terceiro em casos — a Índia é o segundo. Ontem foram registradas 1.433 mortes, totalizando 250.079 vítimas. A doença está retrocedendo em vários países, informa Jamil Chade com dados da OMS, mas aqui ocorre o contrário. A taxa de transmissão no Brasil, apurada pelo Imperial College de Londres, voltou a subir e está em 1,05 – significa que 100 infectados transmitem o vírus para 105 novos portadores. Acima de 1, a taxa indica que a doença está fora de controle. Isso é o Brasil. (UOL)

Miguel Nicolelis, cientista: “Neste momento, o Brasil é o maior laboratório a céu aberto onde se pode observar a dinâmica natural do coronavírus sem qualquer medida eficaz de contenção. Todo o mundo vai testemunhar a devastação épica que o SARS-CoV-2 pode causar quando nada é feito de verdade para contê-lo.” (Twitter)

Embora seja comandado por um general apresentado como especialista em logística, o Ministério da Saúde se enrolou com a Região Norte. Mandou para o Amazonas as duas mil doses de vacinas destinadas ao Amapá, que recebeu as 78 mil doses do Amazonas. A pasta diz que a situação será corrigida. E a crise amazonense só faz crescer. Nos 54 dias de 2021, a Covid-19 matou 5.228 pessoas no estado, mais que os 5.285 mortos registrados entre março e dezembro do ano passado. (G1)

A calamidade causada pela doença vai de um extremo ao outro do país. Depois do Amazonas, o Rio Grande do Sul vê sua rede pública à beira do colapso, com 96% dos leitos de UTI ocupados em Porto Alegre. A média móvel de mortes também registrou um aumento de 53% em relação há duas semanas, indicativo de alta nos óbitos. Pior, segundo especialistas, o número ainda não reflete as aglomerações clandestinas no carnaval. (Globo)

Em São Paulo, o governo determinou um “toque de restrição” a partir de amanhã, entre 23h e 5h para conter aglomerações. Em entrevista coletiva, o próprio governador João Doria (PSDB) teve dificuldade em explicar como o sistema funciona. (Folha)

O Senado aprovou projeto de lei permitindo que o governo assuma os riscos decorrentes da aplicação de vacinas, o principal entrave à compra de imunizantes da Janssen e da Pfizer (que já tem registro definitivo da Anvisa). O texto prevê ainda que a iniciativa privada compre vacinas, mas algumas várias condições: enquanto houver vacinação de grupos prioritários, 100% do que empresas importarem deverá ser doado ao SUS; depois, esse percentual cai para 50%, e o restante terá de ser aplicado gratuitamente, por exemplo, na imunização de funcionários. O projeto deve ser votado ainda esta semana na Câmara. (Globo)

Só que… O presidente Jair Bolsonaro, crítico dos termos exigidos pela Pfizer, acenou com a possibilidade de vetar o projeto aprovado pelo Senado. (UOL)

O Ministério da Saúde recebeu na terça-feira 3,2 milhões de novas doses de vacinas – dois milhões da Oxford AstraZeneca e 1,2 milhão de doses da CoronaVac. Elas devem começar a ser distribuídas ainda hoje. (G1)

TECH NO PRÓXIMO NÍVEL

Depois de anos em desenvolvimento, a pandemia não só acelerou, mas trouxe de vez a automação nas fábricas, nos armazéns e nas áreas administrativas. Até o fim do ano, a base instalada de robôs de fábricas em todo o mundo superará 3,2 milhões de unidades, o dobro do patamar de 2015. Segundo as previsões, o mercado global de robótica industrial crescerá de US$ 45 bilhões em 2020, para US$ 73 bilhões em 2025. Não é à toa que a General Motors lançou este ano uma nova divisão de logística de vans para entrega de mercadoria e paletes elétricos autônomos para serem usados em armazéns. Hoje, os avanços na tecnologia e modelos de negócios permitem que não só as grandes, mas também as menores empresas desfrutem dos benefícios da automação. (Folha)

Pois é… O Brasil lidera o parque de robôs industriais da América do Sul. Tem mais de 15,3 mil robôs em operação. Na América Latina, só perde para o México, que está perto do mercado americano. A robotização brasileira está longe da adotada nos países desenvolvidos. Enquanto tem de 12 a 13 robôs a cada 10 mil trabalhadores, os EUA têm 1,3 mil, China 938, Japão 1,2 mil e Coreia 2,7 mil. (Valor)

 

Fonte: Canal Mei

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